Moradaco
Jardim da Morada Copaíba

O que as famílias contam sobre a casa

Nenhum depoimento aqui foi escrito pela equipe. São palavras de moradores, de filhos, de netos que passaram por aqui.

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— o que dizem

Depoimentos

MA

Márcia Andrade

Filha de moradora · Goiânia, GO

Minha mãe estava há dois anos morando sozinha em Brasília depois que meu pai faleceu. Eu morava longe e a preocupação nunca parava. Quando encontramos a Morada, o que mais me chamou atenção foi a política de visitas abertas – eu podia aparecer quando chegasse, sem avisar. Nos primeiros três meses fui três vezes sem aviso. A recepção foi sempre a mesma: normal, natural, como visitar qualquer casa.

julho de 2025

RS

Roberto Silveira

Morador da casa · 78 anos

Eu vim da minha casa no Sudoeste direto para cá. Achei que ia sentir a diferença muito mais do que senti. O que me ajudou foi poder trazer meus livros, minha luminária e um quadro que tenho há trinta anos. O quarto ficou parecendo meu. Os passeios da segunda-feira são o que mais gosto – a gente escolhe onde vai, não é ninguém decidindo por nós.

junho de 2025

PC

Paula Carvalho

Neta de morador · Brasília, DF

Meu avô estava resistindo à ideia de mudar de casa. Veio passar a quinzena e no décimo dia disse que queria ficar. O que mudou nele não foi uma coisa específica – foi ter almoço com outras pessoas, conversar no corredor, sair pra tomar um café sem precisar pedir para ninguém. A casa tem um ritmo que não é de hospital, é de lar.

julho de 2025

TL

Teresa Lima

Filha de moradora · São Paulo, SP

Uso o final de semana em família toda vez que venho a Brasília, que é umas quatro vezes por ano. Durmo aqui mesmo, como com minha mãe, ficamos na sala de tarde. É completamente diferente de levar para um restaurante ou ficar sentada na beira da cama do quarto dela. O final de semana passou a ser realmente uma visita, não uma correria.

junho de 2025

JN

João Neto

Filho de morador · Recife, PE

O relatório mensal foi o que mais nos surpreendeu. Sem precisar ligar e perguntar "como foi o mês?", todo começo de mês chega um texto descrevendo o que aconteceu. Meu pai foi ao cinema, à feira do Lago Sul, almoçou fora uma vez. Parece pouco, mas para quem acompanha de longe é muito. O mês tem forma, tem história.

julho de 2025

CB

Claudia Borges

Moradora da casa · 74 anos

Não gosto de acordar cedo. Nunca gostei. Aqui o café da manhã tem três horas de janela, então acordo quando quero e ainda tem pão fresco. Parece detalhe. Mas é o tipo de detalhe que faz com que você não sinta que está cumprindo uma rotina que não é sua. O resto da casa tem esse mesmo cuidado com o que cada um precisa.

junho de 2025

— histórias em detalhe

Três histórias de como a mudança aconteceu

A mudança que a família temia e o morador queria

Situação inicial

Homem de 76 anos, viúvo, morava sozinho no Asa Norte. A família em Recife ligava todo dia para saber se havia comido, se havia saído de casa, se estava bem. Ele dizia que estava cansado de explicar que estava bem.

Como chegou à casa

Passou a quinzena de adaptação e logo na segunda semana pediu para a família trazer mais coisas do apartamento. Gostou da reunião de segunda, do almoço com a mesa cheia. Ficou.

Depois de seis meses

A família parou de ligar todo dia porque o relato mensal dá a visão do que aconteceu. As ligações viraram conversa, não verificação. Ele diz que se sente menos monitorado e mais cuidado.

A filha que morava em outro estado e se preocupava com as visitas

Situação inicial

Mulher de 71 anos, mãe de três filhos, dois morando fora do DF. As visitas eram tensas: alguém dormia em hotel, saíam para jantar em lugares barulhentos, a ida ao quarto era constrangedora para os dois lados.

Como começou

A filha de São Paulo usou o final de semana em família na primeira visita. Ficou dois dias, comeu na mesa com a mãe, ficou na sala de manhã. Disse que foi a primeira visita em anos em que não sentiu que estava no lugar errado.

Resultado

A filha usa o serviço toda vez que vem, que é quatro vezes ao ano. A visita passou a ter uma estrutura: chegar, jantar, acordar sem pressa, almoçar juntas no dia seguinte. A mãe diz que as visitas agora são visitas, não despedidas.

A resistência que durou dez dias

Situação inicial

Mulher de 73 anos, independente, que havia morado sozinha por quinze anos e achava que não precisava de companhia. A família pediu que ela tentasse a quinzena "só para ver".

Durante a adaptação

Nos primeiros dias ficou quieta, reservada. No quinto dia foi ao passeio e voltou animada. No décimo dia pediu para trazer mais roupas. No décimo segundo, ligou para a filha dizendo que queria ficar.

O que ela diz agora

Que não trocaria. Que o que faltava não era cuidado, era movimento. Ir a um mercado, ter com quem falar no café, saber que tem alguém na próxima sala caso precise de algo. Ela mesma não sabia que era disso que precisava.

— fale com a casa

Entre em contato

Endereço

SHIS QI 11, Conjunto 3, Casa 18
Lago Sul, Brasília – DF, 71625-230

Horário de atendimento

Segunda a sexta: 8h às 18h
Sábados: 9h às 13h

Como é uma visita à casa

A visita dura em geral uma hora. A equipe mostra os quartos, os espaços comuns, explica como funciona o dia a dia. É possível almoçar aqui se a visita for pela manhã – avise com antecedência para preparar o suficiente.

Não é preciso se identificar como possível morador. Quem chega como visitante é tratado como tal. A decisão de mudar ou não é da família e do próprio futuro morador, sem nenhuma pressão.

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— em números

O que sete anos de casa ensinam

7

anos de atividade
em Brasília

38+

famílias atendidas
desde a abertura

4,8

média de avaliação
em 5 estrelas

94%

renova o contrato
após o primeiro mês

A melhor forma de conhecer a casa é visitar

Leia os depoimentos, mas não deixe de passar por aqui. Uma visita de uma hora diz mais do que qualquer texto.

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